{"id":2731,"date":"2019-07-01T13:04:53","date_gmt":"2019-07-01T16:04:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/?p=2731"},"modified":"2019-07-01T13:05:58","modified_gmt":"2019-07-01T16:05:58","slug":"caravana-de-graos-visita-areas-de-producao-em-alagoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/caravana-de-graos-visita-areas-de-producao-em-alagoas\/","title":{"rendered":"Caravana de Gr\u00e3os visita \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o em Alagoas"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><em>S\u00e3o cerca de 6.500 hectares de cultivo de soja, milho, sorgo, feij\u00e3o e algod\u00e3o, com o apoio das pesquisas realizadas pela Embrapa<\/em><\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"436\" src=\"http:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2732\" srcset=\"https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/1.jpg 640w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/1-600x409.jpg 600w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/1-300x204.jpg 300w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/1-218x150.jpg 218w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/1-617x420.jpg 617w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>Caravana visita produ\u00e7\u00e3o de milho<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Pesca e Aquicultura de Alagoas \u2013 Seagri \u2013 promoveu a Caravana de Gr\u00e3os na \u00faltima quinta-feira, 27 de junho. A iniciativa foi da Comiss\u00e3o de Gr\u00e3os, que tem a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Alagoas \u2013 Faeal \u2013 entre as institui\u00e7\u00f5es idealizadoras. Produtores rurais, t\u00e9cnicos e pesquisadores da Embrapa percorreram cerca de 6.500 hectares, nos munic\u00edpios de Campo Alegre, Limoeiro de Anadia e Anadia, em propriedades onde a monocultura da cana-de-a\u00e7\u00facar abriu espa\u00e7o para a produ\u00e7\u00e3o de milho, soja, sorgo, feij\u00e3o e algod\u00e3o tecnificados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA Caravana \u00e9 um momento de apresenta\u00e7\u00e3o do alto n\u00edvel tecnol\u00f3gico, da potencialidade e oportunidade que temos para a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, com um mercado amplamente comprador, por dependermos da importa\u00e7\u00e3o da grande maioria de gr\u00e3os que consumimos, seja para alimenta\u00e7\u00e3o humana ou animal&#8221;, afirma o presidente da Comiss\u00e3o de Gr\u00e3os, Hibernon Cavalcante. <\/p>\n\n\n\n<p>Cinco propriedades rurais foram visitadas. Al\u00e9m da diversifica\u00e7\u00e3o de culturas, a tecnologia do plantio direto, utilizada em quase toda a \u00e1rea, atende \u00e0 recomenda\u00e7\u00e3o do Plano de Agricultura de Baixo Carbono &#8211; Plano ABC. A Caravana de Gr\u00e3os tamb\u00e9m verificou, <em>in loco<\/em>, as pesquisas desenvolvidas pela Embrapa que v\u00eam atraindo o investimento de produtores tradicionais de estados como Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Sergipe para Alagoas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"425\" src=\"http:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/emb2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2734\" srcset=\"https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/emb2.jpg 640w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/emb2-600x398.jpg 600w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/emb2-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/emb2-632x420.jpg 632w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>\u00c1rea de pesquisas coordenada pela Embrapa<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cEstamos com um ensaio de competi\u00e7\u00e3o de soja com 30 materiais, todos j\u00e1 testados em outras regi\u00f5es e com indicativos de boa adaptabilidade, e outros dois materiais de lan\u00e7amento. Al\u00e9m disso, temos um trabalho com gen\u00f3tipos de milho, que s\u00e3o testados em \u00e1reas maiores, e j\u00e1 apresenta v\u00e1rios indicativos de bons materiais. Tudo isso serve de term\u00f4metro para que os produtores possam investir melhor na pr\u00f3xima safra\u201d, explica o pesquisador Embrapa Tabuleiros Costeiros, Ant\u00f4nio Santiago. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsse ano tamb\u00e9m estamos atuando na introdu\u00e7\u00e3o de culturas que v\u00eam sendo tropicalizadas, a exemplo do trigo, que conseguiu se adaptar, tem variedades para o serrado e pode ser uma possibilidade para a nossa regi\u00e3o. Pensamos tamb\u00e9m em testar outros materiais, como cevada, que atenderia a um mercado crescente de cervejas artesanais\u201d, acrescenta a coordenadora da Embrapa em Alagoas, Walane Ivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desenvolvimento\necon\u00f4mico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para o presidente da Faeal, \u00c1lvaro Almeida, este novo cen\u00e1rio da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os em Alagoas, provocado a partir de uma iniciativa da Federa\u00e7\u00e3o em parceria com o Governo do Estado, amplia os horizontes para o agroneg\u00f3cio alagoano. \u201cDiante da situa\u00e7\u00e3o em que passa o do setor canavieiro, com grandes \u00e1reas dispon\u00edveis para outros cultivos, a Comiss\u00e3o de Gr\u00e3os incentivou o plantio do milho, algod\u00e3o, sorgo e, principalmente, da soja, que n\u00f3s \u00e9ramos importadores e agora podemos comprar a custo mais baixo. Este pode ser um grande colaborador da receita do Estado de Alagoas\u201d, analisa. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"427\" src=\"http:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/11.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2735\" srcset=\"https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/11.jpg 640w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/11-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/11-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/11-630x420.jpg 630w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>Visita \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de soja<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cEst\u00e1 comprovado que Alagoas \u00e9 \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o de soja e isso \u00e9 muito importante. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que grandes empres\u00e1rios de outros estados est\u00e3o se instalando aqui e entusiasmados com as condi\u00e7\u00f5es que a nossa soja apresenta neste momento, de excelente qualidade, condi\u00e7\u00e3o vegetativa e sanidade, principalmente. Temos tudo para nos tornarmos o grande produtor de soja no Nordeste\u201d, vislumbra o vice-presidente da Faeal, Edilson Maia.<\/p>\n\n\n\n<p>O paranaense Felix Simonetti come\u00e7ou a produzir soja e milho\nem Alagoas em mar\u00e7o de 2018 e est\u00e1 satisfeito com os primeiros resultados. As\nexpectativas para 2019 s\u00e3o as melhores. \u201cEssa \u00e9 uma regi\u00e3o promissora, o ano\npassado n\u00f3s chegamos atrasados, plantamos muito tarde, por conta da paralisa\u00e7\u00e3o\ndos caminhoneiros, e ainda faltou chuva no final. Mas, este ano, plantamos na\nmelhor \u00e9poca e o clima est\u00e1 ajudando\u201d, observa.<\/p>\n\n\n\n<p>A mesma expectativa vive o Grupo Santana, do Rio Grande do norte, que come\u00e7ou a plantar em Alagoas no m\u00eas de abril do ano passado e, hoje, produz milho, soja, sorgo, algod\u00e3o e feij\u00e3o numa \u00e1rea de 3.200 hectares. O plantio tardio e a necessidade de preparar o solo para novas culturas dificultaram os resultados em 2018, mas, agora, a expectativa \u00e9 produzir cerca de 262,5 mil sacas de milho, 473,2 mil de soja, 16,6 mil sacas de sorgo; 5,4 mil de feij\u00e3o; e 33,9 mil arrobas de algod\u00e3o. \u201cEste ano n\u00e3o precisamos mais preparar o solo, o inverno est\u00e1 bom e a nossa produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 compat\u00edvel com a das outras regi\u00f5es produtoras do pa\u00eds\u201d, garante o presidente do Grupo Santana, Ivanilson Ara\u00fajo. <\/p>\n\n\n\n<p>O alagoano Everaldo Ten\u00f3rio decidiu cultivar soja h\u00e1 quatro anos e foi o primeiro produtor do litoral nordestino a exportar a mat\u00e9ria-prima. Nos \u00faltimos dois anos, toda a sua produ\u00e7\u00e3o tem sido consumida pelo mercado interno, principalmente Pernambuco. Os investimentos tendem a melhorar os resultados produtivos. \u201cEstamos produzindo pr\u00f3ximo \u00e0 m\u00e9dia do Brasil, que \u00e9 de cerca de 50 sacas por hectare. Este ano, utilizamos a melhor tecnologia, tudo foi plantado via GPS e j\u00e1 \u00e9 uma cultura melhor, que deve produzir mais\u201d, prev\u00ea.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o cerca de 6.500 hectares de cultivo de soja, milho, sorgo, feij\u00e3o e algod\u00e3o, com o apoio das pesquisas realizadas pela Embrapa A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Pesca e Aquicultura de Alagoas \u2013 Seagri \u2013 promoveu a Caravana de Gr\u00e3os na \u00faltima quinta-feira, 27 de junho. 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