{"id":3918,"date":"2020-05-26T11:03:33","date_gmt":"2020-05-26T14:03:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/?p=3918"},"modified":"2020-05-26T11:04:23","modified_gmt":"2020-05-26T14:04:23","slug":"3918-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/3918-2\/","title":{"rendered":"IBGE prev\u00ea crescimento de 10,6% na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3920\" aria-describedby=\"caption-attachment-3920\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3920 size-full\" src=\"http:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"436\" srcset=\"https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/1.jpg 640w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/1-600x409.jpg 600w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/1-300x204.jpg 300w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/1-218x150.jpg 218w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/1-617x420.jpg 617w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-3920\" class=\"wp-caption-text\">Produtores na \u00faltima Caravana de Gr\u00e3os, em 2019<\/figcaption><\/figure>\n<p>Alagoas deve encerrar 2020 com um crescimento de 10,6% na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas. A estimativa \u00e9 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica \u2013 IBGE \u2013, que prev\u00ea uma produ\u00e7\u00e3o de 106,04 mil toneladas no estado. Os dados mostram que a produ\u00e7\u00e3o alagoana cresceu 4,1% entre mar\u00e7o e abril. A \u00e1rea plantada \u00e9 74,8%, maior, se comparada ao mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>\u201cOs resultados se devem ao bom ano agr\u00edcola, com umidade constante e condi\u00e7\u00f5es h\u00eddricas adequadas desde mar\u00e7o. Observamos o crescimento de culturas como o milho, soja, sorgo e algod\u00e3o. Vale destacar tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o da cana-de-a\u00e7\u00facar, que s\u00f3 depende das chuvas de novembro e dezembro para concretizar um grande ano\u201d, comenta o vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Alagoas \u2013 Faeal \u2013, Edilson Maia.<\/p>\n<p>A safra de gr\u00e3os de 2020 em Alagoas conta com uma \u00e1rea de plantio com mais de seis mil hectares com milho, soja, feij\u00e3o, sorgo e algod\u00e3o nas regi\u00f5es dos munic\u00edpios de Limoeiro de Anadia e Campo Alegre. Novas \u00e1reas tamb\u00e9m foram plantadas em cidades como Atalaia e Coruripe. Em todo o Estado, estimam-se 12 mil hectares tecnificados. Em \u00e1rea plantada, o milho se destaca, seguido da soja e do feij\u00e3o de corda.<\/p>\n<p>Outro fator para o crescimento na produ\u00e7\u00e3o \u00e9 a ocupa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas deixadas pela monocultura da cana e que hoje d\u00e3o espa\u00e7o para o plantio de milho, soja, feij\u00e3o, sorgo, entre outros gr\u00e3os. Todo este trabalho \u00e9 coordenado pela Comiss\u00e3o de Gr\u00e3os, criada pelo Governo de Alagoas em parceria com a Faeal e outras institui\u00e7\u00f5es, e conta com o apoio das pesquisas da Embrapa.<\/p>\n<p>&#8220;A comiss\u00e3o de gr\u00e3os foi criada em uma reuni\u00e3o na Federa\u00e7\u00e3o, no dia 18 de janeiro de 2015. \u00c0 \u00e9poca, o ent\u00e3o secret\u00e1rio de Estado da Agricultura, \u00c1lvaro Vasconcelos, e o presidente da Faeal, \u00c1lvaro Almeida, conduziam uma discuss\u00e3o sobre a agropecu\u00e1ria de Alagoas, no in\u00edcio de um novo governo. Nossa produ\u00e7\u00e3o tecnificada era de poucas centenas de hectares de gr\u00e3os. Na atualidade temos por volta de 12 mil ha com bom n\u00edvel tecnol\u00f3gico, sendo por volta de 9 mil hectares de milho , 1.400 ha de soja, complementando feij\u00e3o e sorgo&#8221;, mensura o presidente da Comiss\u00e3o de Gr\u00e3os, Hibernon Cavalcante.<\/p>\n<p>Segundo Hibernon, a produ\u00e7\u00e3o atual ainda n\u00e3o garante o abastecimento interno de Alagoas. &#8220;Precisar\u00edamos de pelo menos 50 mil hectares de milho tecnificado e 20 mil de soja, sem contar os feij\u00f5es e silagem para alimenta\u00e7\u00e3o animal. Se fossemos aproveitar o mercado regional, s\u00f3 para abastecer o mercado de alimenta\u00e7\u00e3o de aves de Pernambuco precisar\u00edamos multiplicar por dez vezes a \u00e1rea plantada&#8221;, calcula.<\/p>\n<p>&#8220;Hoje, aos poucos, estamos atraindo produtores profissionais de gr\u00e3os de outros estados. Temos um mercado aberto para produ\u00e7\u00e3o de sementes de soja. Nossa comiss\u00e3o tem participantes de toda cadeia de gr\u00e3os, da pesquisa, empresas de insumos, universidade, bancos, m\u00e1quinas, servi\u00e7os S, cooperativas, produtores. Realizamos semin\u00e1rios, reuni\u00f5es peri\u00f3dicas, dias de campo, cursos, palestras e v\u00e1rios outros eventos. Como um dos resultados dos trabalhos tivemos a denomina\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o dos tabuleiros dos estados de Sergipe, Alagoas e Bahia como uma nova fronteira de gr\u00e3os com a marca Sealba&#8221;, comenta Hibernon.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3919\" aria-describedby=\"caption-attachment-3919\" style=\"width: 696px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-3919 size-large\" src=\"http:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-1024x638.jpg\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"434\" srcset=\"https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-1024x638.jpg 1024w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-600x374.jpg 600w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-300x187.jpg 300w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-768x479.jpg 768w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-696x434.jpg 696w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-1068x666.jpg 1068w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1-674x420.jpg 674w, https:\/\/www.sistemafaeal.org.br\/senar\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/thiago_sampaio_20191031_1280593841-1.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-3919\" class=\"wp-caption-text\">Presidente da Faeal e governador de Alagoas na solenidade de an\u00fancio do decreto de incentivo fiscal \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os (Foto: Thiago Sampaio\/Ag\u00eancia Alagoas)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Incentivo<br \/>\n<\/strong>No \u00faltimo m\u00eas de outubro, o Governo de Alagoas atendeu ao pleito dos produtores de gr\u00e3os alagoanos, representados pela Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Alagoas \u2013 Faeal \u2013, e assinou o decreto que concede cr\u00e9dito presumido do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os \u2013 ICMS \u2013 nas opera\u00e7\u00f5es internas e interestaduais do milho, milheto, soja e sorgo, feitas por produtores estabelecidos em Alagoas.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Faeal, \u00c1lvaro Almeida, a medida foi um importante incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o no Estado. \u201cAt\u00e9 o momento, todas as solicita\u00e7\u00f5es da Federa\u00e7\u00e3o foram atendidas por esta gest\u00e3o e n\u00f3s temos a certeza de que continuaremos contando com este apoio, pois o governo sabe que o setor rural contribui muito com a gera\u00e7\u00e3o de renda e o desenvolvimento social de Alagoas\u201d, acrescenta Almeida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alagoas deve encerrar 2020 com um crescimento de 10,6% na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas. 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