Produtores rurais têm somente até esta quarta-feira, 5 de dezembro, para pagar a Taxa de Serviço Cadastral (TSC), necessária para a emissão do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) referente ao exercício de 2018, sem juros.
Para a emissão é necessário informar o código do imóvel junto ao Sistema Nacional de Cadastro Rural, o CPF do detentor, a unidade da federação e o município de localização. A validação está condicionada ao pagamento da TSC na rede de atendimento do Banco do Brasil, por meio da Guia de Recolhimento da União, gerada pelo próprio sistema.
O valor da taxa varia de acordo com o tamanho da propriedade. Até 20 hectares, serão cobrados R$ 3,91. Entre 20 hectares até mil hectares, os R$ 3,91 são acrescidos a cada 50 hectares. Já para áreas superiores a mil hectares, a cobrança da taxa aumenta a cada mil hectares.
Caso o prazo para pagamento tenha expirado ou se houver pendências relativas aos anos anteriores, é necessário emitir novo CCIR já que o próprio sistema atualizará os valores a serem cobrados.
CCIR
O Incra disponibilizou a proprietários, titulares de domínio ou possuidores de imóveis rurais, a emissão do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) referente ao exercício de 2018, desde o início do mês de novembro. O documento pode ser expedido eletronicamente, por meio do endereço https://sncr.serpro.gov.br/ccir/emissao. Um banner no portal da autarquia também possibilitará acesso à página na qual o certificado será emitido.
O CCIR é uma espécie de “carteira de identidade” do imóvel, que comprova a regularidade do bem junto ao Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), base de dados do governo federal, gerenciada pelo Incra, na qual constam informações de imóveis rurais em todo o país.
“É importante ressaltar que não constitui direito de propriedade, mas sem ele é impossível desmembrar, arrendar, hipotecar ou vender o imóvel”, explica o chefe da Divisão de Organização, Controle e Manutenção do Cadastro Rural do Incra, Jovelino Lotério Ramos.
Ele lembra, ainda, que o certificado é imprescindível para fins de partilha de bens e obtenção de financiamentos em bancos ou agentes financeiros. Além da titularidade e dimensão da área, o CCIR indica a localização, o tipo de exploração realizada no local e a respectiva classificação fundiária. “Ou seja, é obrigatório para qualquer tipo de transação e deve ser atualizado sempre que houver alteração dessas informações”, reitera Ramos.





Profissionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Alagoas – estão ainda mais capacitados para utilizar o Senar nas Nuvens, ferramenta de gestão de informações que auxilia as administrações regionais nos processos de Formação Profissional Rural (FPR), Promoção Social (PS) e Programas Especiais. A capacitação foi conduzida por Patrícia Machado, assessora técnica da Diretoria de Educação Profissional e Promoção Social do Senar Nacional.
O gerente de Produtos Lucas Guimarães, da empresa de tecnologia Rezolve, criadora do Senar nas Nuvens, também veio a Maceió auxiliar na capacitação. Ele deu dicas de usabilidade do sistema, sobretudo, para a equipe do financeiro, mostrando algumas possibilidades para facilitar ainda mais as operações. “Nós sempre vamos às regionais, observamos os processos e tentamos facilitá-los por meio da automatização”, explica.
O prazo final para que produtores rurais possam aderir ao Programa de Regularização Tributária Rural (PRR) está marcado para o dia 31 de dezembro. Segundo a Receita Federal, o período de cadastro para que os agricultores possam renegociar as dívidas com o Fisco foi prorrogado. Quem já fez a adesão, não precisa se recadastrar.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Alagoas – encerrou mais uma edição do Programa Alfabetização de Jovens e Adultos. Nessa terça-feira, 20, a coordenação do programa reuniu os professores na sede da instituição, em Maceió, para uma avaliação final de todo o trabalho desenvolvido desde o último mês de maio, em nove municípios: Arapiraca, Igaci, Igreja Nova, Major Isidoro, Mata Grande, Palmeira dos Índios, Poço das Trincheiras, Porto Real do Colégio e Santana do Ipanema.
“Ouvimos os depoimentos dos professores para saber como foi a evolução dos estudantes, o sucesso das turmas, e ficamos muito felizes com os resultados. Por mais dificuldades que os alunos tenham, até porque trabalham de dia e estudam à noite, eles conseguem, em seis meses, assinar o nome em transações bancárias, contratos de trabalho e outras documentações. Para quem não tinha qualquer noção de letras e números, é um grande avanço”, avalia a coordenadora do programa, Graziela Freitas.
Tamires Patrícia da Silva ministrou aulas no município de Arapiraca. Para ela, a experiência foi exitosa. “Eu não esperava conquistar a turma e no último dia os estudantes me pediram pra inseri-los em novos cursos, alegando que aprenderam coisas novas, pois não sabiam nada de matemática, nem mesmo o que é uma vogal ou consoante. Hoje eles sabem. Foi muito bom ouvir alunos dizendo ‘como é bom fazer o nome’ e assinar uma lista de presença direitinho”, diz a educadora.











Colaboradores do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Alagoas – participaram, na última sexta-feira, 30 de outubro, de uma palestra de integração promovida pela Administração Central do Senar, por meio do Programa de Nivelamento das Regionais. O objetivo é criar e desenvolver ações de nivelamento e fortalecimento dos serviços prestados e das atividades desenvolvidas pelas administrações regionais, para garantir que o produtor e o trabalhador rural recebam serviços com qualidade e excelência.
A partir do Programa de Nivelamento, a Administração Central do Senar faz um diagnóstico institucional de cada regional, traça um plano de melhorias, monitora a execução e avalia os resultados. “Nós sabemos que as regionais já prestam bons serviços para os produtores e trabalhadores do campo, mas a ideia é estar sempre melhorando, para aumentar a produtividade, gerar renda e evitar o êxodo rural”, ressalta Ivo Jacó, coordenador do programa.
“É preciso que todos entendam que o sucesso do Senar é o resultado de um esforço coletivo, em que cada colaborador, independentemente do cargo que ocupe, tem participação decisiva”, comenta o presidente do Conselho de Administração do Senar em Alagoas, Álvaro Almeida.
Após 25 anos de serviços prestados ao Senar AL, a secretária da Presidência, Rosângela Lins, também reconhece a importância da iniciativa da Administração Central. “O Programa de Nivelamento retrata a necessidade de integração entre as regionais, seja na política de atuação, seja no alinhamento do discurso para o fortalecimento do sistema em todo o país, resultando no aprimoramento dos serviços prestados à população rural”, avalia.