O Senar realizou o curso Viveiros Florestais – Produção de Mudas de Espécies Nativas dos Biomas do Brasil, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, em Senhor do Bonfim (BA), por meio do Projeto Pró-Mudas. A capacitação reuniu instrutores, supervisores, técnicos da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) e profissionais ligados ao meio ambiente, agroecologia e reflorestamento dos estados de Alagoas, Paraíba, Bahia e Sergipe.
O treinamento foi conduzido pela instrutora Lauana Costa Nogueira e teve como objetivo principal capacitar os participantes para planejar, construir e gerir viveiros provisórios destinados à produção de mudas nativas. A proposta uniu momentos teóricos e práticos, abordando desde princípios ecológicos e conservação até técnicas de preparo de substrato, semeadura, transplante e manejo básico de mudas.
Teoria e prática no campo
No primeiro dia, as atividades focaram na importância dos biomas brasileiros e na função dos viveiros florestais para a conservação ambiental. Também foram trabalhados conceitos sobre sementes, coleta e métodos de armazenamento.

Já no segundo dia, em uma propriedade atendida pela ATeG/BA, os participantes vivenciaram a prática em campo, construindo um viveiro provisório desde a escolha do local até a montagem da estrutura, além do preparo de substratos com materiais disponíveis na região e a prática de semeadura.
O encerramento, no terceiro dia, contou com discussões sobre a legislação ambiental referente à produção e transporte de mudas nativas, avaliação participativa e as considerações finais da equipe do Senar Bahia.
Impacto positivo e multiplicador
Segundo a avaliação dos participantes, o curso atingiu plenamente seus objetivos, oferecendo formação integrada e aplicável à realidade dos participantes. A experiência prática contribuiu para consolidar o aprendizado e aproximar as técnicas da rotina das propriedades rurais.
A capacitação também reforçou o compromisso dos instrutores em atuar como multiplicadores, ampliando o impacto do Projeto Pró-Mudas nas comunidades rurais, tanto por meio dos cursos de Formação Profissional Rural (FPR) quanto pelo trabalho da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).























